Hanoi: história, silêncio e contraste
Uma das primeiras coisas que fiz foi visitar o Hoa Lo Prison Museum.
É pesado. É história viva. É o tipo de lugar que te faz slow down e refletir.
Depois, fui ao Temple of Literature — e esse virou facilmente meu lugar favorito em Hanoi.
Quiet, calm, peaceful.
Lá dentro, o barulho da cidade fica do lado de fora. Um contraste enorme com o caos lá fora.
Também fui em vários templos.
O Vietnã tem essa coisa muito forte de espiritualidade presente no dia a dia.
Tu sente história, conexão, respeito.
Eu tirei fotos lindas e, em vários momentos, pensei:
I’m so grateful I get to live this.
Hanoi à noite: rituais, rua e curiosidade
Uma coisa que me marcou muito foi ver, à noite, as pessoas queimando coisas na frente das lojas.
No começo eu fiquei tipo: what’s going on here?
Depois entendi que aquilo faz parte de um ritual — oferendas pros ancestrais, proteção, prosperidade.
Papel, dinheiro simbólico, pequenas coisas… tudo ali, na rua, como parte da vida.
E eu amo isso no Sudeste Asiático:
o espiritual não é escondido. It’s part of daily life.
E claro, isso vira conversa em inglês:

Hotel, café, museu, tour, conversa de rua, viajantes trocando ideia.
E eu, como teacher, não consigo desligar.
Eu escutava frases como:
Same mistakes. Over and over again.
Depois segui pra Ninh Binh — e que lugar surreal.
Fiz o passeio de barco em Tam Coc, cercada por rice fields, montanhas, água calma.
E aquele detalhe que eu nunca vou esquecer:
as pessoas remando o barco com o pé.
Com o pé! Com uma naturalidade absurda.
I was like: how is this even possible? 😂
Além do barco, eu também andei de bicicleta por Ninh Binh.
E pedalar ali muda tudo.
Sem pressa. Sem plano.
Só presença.
Crianças brincando, gente trabalhando, vida acontecendo.
E eu ouvindo conversas em inglês de viajantes tentando descrever o lugar:
E eu pensando:
👉 peaceful
👉 calmer
Pequenos ajustes que fazem TODA a diferença — e quase ninguém aprende isso no livro.
Aí veio a Mua Cave, também chamada de Lying Dragon.
Quem vê minhas fotos lá de cima acha que eu tava zen, plena.
Mas a realidade foi: mais de 500 degraus, calor, suor, pensamento de desistir umas cinco vezes.
Teve trecho que eu fiquei tipo:
if I miss one step, I’m done.
Mas eu continuei.
E chegar lá em cima dá uma sensação muito forte de:
I can do hard things.
E isso conecta MUITO com inglês.
Porque aprender inglês é isso: desconforto, erro, vontade de desistir… e depois evolução.
Agora um dos maiores plot twists da viagem: os cafés.
Eu experimentei coisas que eu jurava que não ia gostar — e virei fã.
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Coconut coffee (café com água de coco): refreshing, diferente, surpreendente.
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Egg coffee (café com ovo batido): creamy, sweet, e um dos melhores que eu já tomei.
E o mais legal: eu fiz um workshop e aprendi a fazer esses cafés.
Eu amo quando a viagem vira aprendizado real, não só consumo.
E tudo isso acontece porque tu consegue se comunicar.
Because you can ask questions.
Because you can connect.
Depois fui pra Ha Long Bay, fiquei num cruise, explorei as ilhas e conheci gente massa de vários lugares do mundo.
Aquelas conversas clássicas de viagem:
English vira ponte.
Mas também vira desafio, porque os mesmos erros continuam aparecendo — e ninguém corrige, porque “dá pra entender”.
Mas dar pra entender não é o objetivo.
The goal is clarity. Confidence. Flow.
De volta a Hanoi: comida de rua e o famoso sanduíche
Antes de ir embora, de volta a Hanoi, eu provei o famoso Bánh mì — a baguette vietnamita.
Crocante, simples, cheia de sabor. Perfeita.
E andando pelas ruas, vendo gente vendendo frutas, comida, tudo ali na calçada, eu pensei como aquilo representa bem o país:
simples, intenso, cheio de camadas.
E o inglês aparecendo o tempo todo:
Essa viagem me lembrou de algo muito simples:
As pessoas não têm dificuldade com inglês porque não estudam gramática.
Elas têm dificuldade porque repetem os mesmos erros da vida real — e ninguém nunca corrige.
Por isso eu tô criando o 365 Common English Mistakes.
Erros que eu escuto:
em trilhas
em barcos
em cafés
em templos
em conversas aleatórias na rua
Not textbook English.
Real English.
Se eu puder te ajudar a errar menos — e errar melhor — então tudo isso já valeu a pena.🤍